Àquela altura, não lhe restava remédio. Cansou-se de tentar desfazer qualquer coisa e assim, entregue, dirigiu-se até a entrada do bar mais próximo. Entrou, sentou-se e apoiou os braços no balcão, falando com a serenidade de quem sabe que o fracasso é inevitável:
- Me vê aí uma garrafa de amnésia.
- Me vê aí uma garrafa de amnésia.
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